terça-feira, 23 de abril de 2013


"Índios no Brasil''


Para mim,antes de assistir ao documentário passado pela professora Sueli,eu achava que os índios eram pessoas como nós,apenas com tradições diferentes,que viviam em tribos indígenas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. 
Depois que eu assisti ao documentário,pude perceber que a minha visão não estava muito longe da realidade. A descriminação que os índios sofrem,é muito visível. Todos pensam,que muitos são selvagens,e preguiçosos,porém,essa é a maneira , o estilo de vida deles. Muitos,os condenam,por eles se alimentarem de recursos extraídos da natureza,dizendo que eles desmatam a própria. Mas não é assim! Eles a usam,como um maneira de sobrevivência,de necessidade. Sendo assim,os índios utilizam a natureza apenas para atender a suas próprias necessidades. Não fazem isso para prejudicar o próprio espaço aonde vivem. 
Uma das coisas que eu mais achei interessante,é que eles fazem muitos rituais. E um dos que eu achei mais legal,é um em que eles comemoram o aniversário , e a passagem de um menino para um homem na tribo,assim como foi exemplificado no livro EKOABOKA. 




Vídeo Índios no Brasil - Quem São?


Conto ''Amor'' - Clarice Lispector 









Ana era uma dona de casa preocupada com seus afazeres rotineiros. Tinha marido, filhos e morava em uma boa casa. Certo dia, saiu para fazer compras para o jantar e, ao retornar para casa, já dentro de um bonde, foi surpreendida por um cego parado no ponto, que mascava chicletes com muita naturalidade. Isso a despertou para novas sensações e sentimentos.
Quando o bonde voltou a andar, Ana deixou cair as compras. Passageiros recolheram o que ficou espalhado, depois seguiram viagem. A distração era tão grande, que Ana acabou perdendo o ponto que a faria retornar para casa, por isso, desceu próximo ao Jardim Botânico. Ficou toda a tarde observando cada detalhe do local, pássaros, insetos, folhas, flores, terra e vento. Em certo momento, lembrou dos filhos, do marido e do jantar, o que a fez correr. 
Assim que chegou, também passou a ver o filho, o marido e a própria casa de maneira diferente, parecia que o amor por todos havia aumentado. Jantaram com amigos e crianças. Depois, Ana e o marido foram dormir.




Atividade proposta pela professora Ilvanita, de Língua Portuguesa, que nos orientou a ler este conto, entre outros, para nos aprofundarmos nos contos psicológicos, gênero estudado em sala de aula.


Clique aqui para ler o conto completo







Música escolhida referente ao capítulo 3 do livro Ekoaboka:



Escolhemos a música "Todo dia era dia de índio'' da Baby do Brasil,porque a letra dela,demonstra muita afinidade e características reconhecíveis em relação a boa parte dos capítulos do livro Ekoaboka. Nós a escolhemos também,pelo fato de narrar muito bem, o interesse de muitas pessoas , vindas de outros lugares, as matérias-primas e árvores valiosas que se encontram na Amazônia. Outro ponto também,que tem que ser muito bem esclarecido,é a caça ilegal de animais silvestres,não só na Amazônia,mas também em muitos outras partes do Brasil.

Letra da música:

Todo dia era dia de índio - Baby do Brasil
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
Da alegria de viver!
Da alegria de viver!
E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!
Trecho do filme Tainá 2:

Referente ao trabalho do livro Ekoaboka,solicitado pela professora Ilvanita,de Língua Portuguesa,utilizamos o trailer do filme Tainá 2 - A Aventura continua para podermos comparar com o capítulo escolhido (capítulo 3) , assim dando uma visão dos temas abordados.



Conto : ''As Cerejas'' - Lygia Fagundes Telles








As belas cerejas despencando-se no chão, em meio aos relâmpagos que apagara a luz... 
Júlia corria de um lado para o outro, procurando ajudar a madrinha que alvoroçada, organizava a casa, cuidando de todos os detalhes, para receber a visita da Tia Olívia (sua prima). Dionízia, a cozinheira, deliciava-se com as novas receitas para agradá-la. 
Com um galho de cerejas ornamentando o decote, a vaidosa tia Olívia, de nariz empinado, abana-se com uma ventarola chinesa, incomodada com a temperatura do local. Júlia ficara encantada . Só conhecia cerejas nas folhinhas. 
Marcelo, outro membro da família. Elegante, porém crítico e esnobe, parente Alberto, marido da Madrinha, chegara antes dela para passar as férias. Ele e a tia Olívia destacavam-se como alguém superior, especial. Ambos tinham estado na Europa. Ela falava e andava devagar com uma voz mansa de um gato manhoso e preguiçoso. Os dois pareciam se estranhar ou havia algo de oculto no ar. 
Certo dia, cai um temporal horroroso, deixando a casa em trevas. Em meio de um relâmpago que rasgou a escuridão, Júlia visualiza dois corpos tombando enlaçados no divã. Surpresa e cambaleante, recolhe-se assustada. Chorava como criança. Ficara doente. No dia seguinte, o Marcelo fora embora. Dois dias após, a tia Olívia parte também. Ao se despedir, como para se redimir com a ingênua menina, deixa-lhe carinhosamente o galho de cerejas de lembrança; pois despertava-lhe curiosidade e encanto. 


PESQUISA SOBRE PALAVRAS INDÍGENAS

Com o auxílio dos livros "Contos Indígenas Brasileiros" e "Mini LAROUSSE da Língua Portuguesa", pude pesquisar diversas palavras indígenas e também, que tem influência indígena.

Assim, consegui aprofundar minha compreensão por algumas palavras que conhecia, como exemplo, pipoca, peteca e lixeira, que tem influência indígena.

Eu gostei muito dessa pesquisa, pois descobri mais palavras, como por exemplo caraguatá, que é uma árvore comum no centro-oeste brasileiro; sixsú, que significa casa; pandô, que é Lua; tahiná, que significa estrela vespertina; cananxiuê, que é um herói cultural Karajá; e Taulinang, que são povos que habitam o Estado do Tocantins e Roraima, respectivamente.


Atividade desenvolvida em 08 de março de 2013, na biblioteca escolar, com o objetivo de conhecermos novas palavras indígenas para iniciação do trabalho com o livro "Ekoaboka - Jornadas na Amazônia". Atividade foi supervisionada pela professora de Língua Portuguesa, Ilvanita.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Biografia de Lygia Fagundes Telles

Quarta filha do casal Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, nasce na capital paulista, em 19 de abril de 1923, Lygia de Azevedo Fagundes, na rua Barão de Tatuí. Seu pai, advogado, exerceu os cargos de delegado e promotor público em diversas cidades do interior paulista (Sertãozinho, Apiaí, Descalvado, Areias e Itatinga), razão porque a escritora passa seus primeiros anos da infância mudando-se constantemente. Acostuma-se a ouvir histórias contadas pelas pajens e por outras crianças. Em pouco tempo, começa a criar seus próprios contos e, em 1931, já alfabetizada, escreve nas últimas páginas de seus cadernos escolares as histórias que irá contar nas rodas domésticas. Como ocorreu com todos nós, as primeiras narrativas que ouviu falavam de temas aterrorizantes, com mulas-sem-cabeça, lobisomens e tempestades.
Em 1936 seus pais se separam, mas não se desquitam.
Casa-se com o jurista Goffredo da Silva Telles Jr., seu professor na Faculdade de Direito que, na ocasião,1950, era deputado federal. Muda-se, em virtude desse fato, para o Rio de Janeiro, onde funcionava a Câmara Federal.







Algumas obras da autora:




Contos:

Porão e sobrado, 1938
Praia viva, 1944
O cacto vermelho, 1949
Histórias do desencontro, 1958
Histórias escolhidas, 1964
O jardim selvagem, 1965
Antes do baile verde, 1970
Seminário dos ratos, 1977
Filhos pródigos, 1978 (reeditado como A estrutura da bolha de sabão, 1991)
A disciplina do amor, 1980
Mistérios, 1981
A noite escura e mais eu, 1995
Venha ver o por do sol
Oito contos de amor
Invenção e Memória, 2000 (Prêmio Jabuti)
Durante aquele estranho chá: perdidos e achados, 2002
Meus contos preferidos, 2004
Histórias de mistério, 2004
Meus contos esquecidos, 2005


''Uma prova de Amor''

O casamento de Isabel e Pedro estava indo muito bem... Os dois estavam felizes, juntos e amando um ao outro. 
Isabel , ao longo de seus 30 anos , esperava como nunca que esse dia chegasse. Sonhava como seria cada detalhe desse dia especial. Seus cabelos longos e loiros , realçavam ainda mais seus olhos verdes e sua silhueta bem feita.
Pedro,com seus 32 anos , seus cabelos curtos e escuros , e seus olhos claros , sentia uma alegria que nem ele mesmo poderia descrever.

Todos estavam felizes, prestigiando esse momento mágico , quando de repente dois homens chegaram em uma moto. Não dava para identificá-los , pois usavam capacete. Um deles , ficou na moto , o outro entrou na igreja Nossa Senhora , fazendo com que toda a atenção que os noivos tivera , voltasse para ele. Em passos largos , o homem misteriosos andava em direção aos noivos. 


Todos da igreja , estavam imóveis , prestando atenção em cada movimento que este fizesse. 

A mais de 10 metros do casal , o homem tirou de sua cintura algo metálico , parecido com um revólver. Apontou em diretamente para a noiva e efetuou o disparo. Percebendo a situação , Pedro atirou-se na frente do corpo de sua esposa. O tiro acertou seu peito em cheio. Foi uma confusão generalizada.

Depois do disparo , o suposto assassino fugiu na moto com seu parceiro que o esperava do lado de fora da igreja.

Isabel,não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Saiu da igreja correndo sem nem olhar para trás. Para ela , era impossível acreditar que seu marido tinha sido executado no dia de seu casamento.

Mas do que ela tinha certeza m era que Pedro o amava , pois tinha perdido-lhe a vida , para salvar a de sua amada.




Autora: Rafaela Garrido


São Bernardo do Campo, São Paulo - Brasil , 6 de março de 2013.




Querida Ariane,


Gostaria de tratar com você um assunto em questão muito importante e debatido. Os recursos preciosos da água, que tal?


Todos sabemos que a água é um elemento natural muito importante e muito disputado no mundo inteiro. Basicamente 99,9 % das coisas que consumimos , possui uma quantidade nem que seja insignificativa em sua composição. É simplesmente impossível vivermos sem esse recurso.


Devido ao desperdício e o mal uso desse elemento natural , ele vem se esgotando em muitas partes do mundo. 

No continente Africano , por exemplo , a falta de água para a população de alguns países , é absurda. Muitos acabam até morrendo em prol dessa falta.

Em diversos lugares do mundo , são feitas muitas campanhas contra o uso excessivo de água. Apesar da colaboração de milhares de pessoas , ainda existem muitas que preferem dar de costas a esse problema e continuar prejudicando o planeta e as pessoas.


Muitos pensam que a água é um recurso que nunca se esgotara, mas não é assim! Ela está se esgotando mais rápido do que esperávamos , devido aos problemas citados acima.


Estou pensando em fundar um grupo , para continuarmos a conscientizar a população.. O que me diz?


Aguardo respostas,



Abraços de sua amiga Rafaela.


''Para sempre em meu coração''

No clarão do meio-dia , Pedro tentava chegar ao seu destino. A terra estava seca,árida e fervendo.

Tudo parecia que iria acabar em chamas.
Mas , logo após , as dunas de areia,foram tomadas por jatos fortes d'água que acalmara o ambiente.
Pedro sentiu suas pernas tremerem ao ver a situação em que estava vivendo. O lugar estava absolutamente tomado pelas chamas de fogo,que se espelhava cada vez mais.
Primeiramente pensou em como resgatar Beatriz , sua prima , que estava desacordada devido a fumaça que lhe percorria o corpo. Estava muito difícil se locomover , pois havia fogo em toda parte. Focava sempre no objetivo de tirar sua prima dali. Como se ela fosse sua irmã,de nenhuma maneira poderia permitir que lhe tirassem a vida. Pendurou-a pelo braço em seu ombro , e com as maiores das dificuldades , conseguiu deixar o local e ir em direção a rua. O asfalto estava úmido devido a chuva daquela manhã.
Deito-a na  rua para que pudesse pedir ajuda. Beatriz ainda estava descordada. Pedro mirou-se em direção a um orelhão , e discou um número de emergência. Em questão de minutos , a ambulância chegara e levara a garota para o hospital.
Já passara uma hora dez de que Pedro adentrou o hospital com sua prima.
O médico saiu da UTI e veio em direção ao garoto com uma expressão nada agradável. 
Pedro estava cheio de esperanças em relação a recuperação de sua prima.
Foi quando o médico olhou em seus olhos e lhe disse com a voz falhada:
- Eu sinto muito meu rapaz. Mas.. Sua prima infelizmente não resistiu.

Autora: Rafaela Garrido
''Irmãs de alma''

Estava no ônibus rumo ao meu destino,quando de repente,uma menina de cabelos longos e loiros,com um rostinho de anjo,adentrou o veículo. Vestia trajes rasgados e muito sujos e não usava nenhum calçado. A garota que aparentava ter uns 6 anos,andou em direção ao motorista e o cochichou algo que não pude ouvir. Em seguida,veio em minha direção , talvez afim de se sentar ao meu lado,onde havia um assento vazio. Dirigiu-me a palavra coma voz um pouco rouca:
- Poderia dar-me um pouco de comida?
Um pouco atônita com a situação,respondi sem pensar duas vezes:
-  Qual é o seu nome?
-  Isabela..
-  O que faz aqui sozinha Isabela?
Foi então que meu coração acelerou , quando a pequenina me contara que fugira de um orfanato e que estava à procura de seus pais biológicos. Comecei a pensar , e concluí que sempre quis ter uma irmãzinha, e que essa era uma oportunidade perfeita! Foi então que a perguntei se ela gostaria de ser minha irmã , e ela respondeu infinitos ''sim'' com seus olhinhos brilhando de alegria. E então,pegamos o primeiro ônibus de volta para minha casa,com tamanha felicidade , afim de chegar logo em casa e contar a nova novidade aos meus pais.


Autora: Rafaela Garrido



''Minha vida de cabeça para baixo''


Marissol estava voltando para casa do longo dia que tivera na escola. Pensava na discussão que tivera com sua mãe na noite passada. Refletia nas palavras que sua mãe lhe dissera criticando seu comportamento. ´´ Por que não posso ir a festa? Vai estar todo mundo lá!`` A garota refletia um pouco ,levando em consideração,que realmente , não havia se comportado bem nos últimos dias. ''Ah, mas poxa.. ela tinha que me castigar justo na semana da festa?'' E então, Marissol decidira tentar melhorar suas atitudes,não só afim de ir a tal festa,mas também para melhorar sua relação com sua família.


Autora: Rafaela Garrido

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Ekoaboka (Resumo Individual)

Uma família composta por pessoas de diferentes culturas vindas da Suíça,Brasil , Moçambique e França, resolvem passar as férias de fim de ano na Amazônia, junto da natureza. Léo tinha 47 anos e era casado com Marina que tinha 42 anos. Juntos tiveram um filho,Txai de 5 anos. Léo tinha uma enteada , Chantal,de 14 anos fruto do casamento de Marina com um francês. E Marina possuía um enteado,Alex de 17 anos,filho de um outro casamento de Léo. Babu era um amigo da família a muitos anos,e como era vidrado em natureza , e também estava fazendo uma pesquisa junto com Léo para descobrir a cura da malária,resolveu acompanhar a família na viagem.
Alex e Txai estavam muito animados para essa viagem,mas Chantal não gostava dessa ideia de passar 3 meses longe da civilização. Não se via como uma ''índia''. Achava que tudo aquilo era um monte de bobagens.
Ao decorrer da viagem,muitas coisas surpreendentes ocorreram.
Chantal jamais poderia imaginar que se apaixonaria por um índio. Em pouco tempo,Catu se tornou dono do coração de Chantal.
Ao longo dessa viagem a família se aproximava cada vez mais. Chantal percebia que aquela vida que ela tinha no Rio de Janeiro, nem sempre era a melhor.
Txai ficava maravilhado com tudo o que via,Alex se identificava cada vez mais com os índios e a pesquisa de Léo e Babu ,estava chegando ao fim.
No final da viagem,no momento da volta para casa,Catu disse a Chantal a palavra ''Ecoaboka'' que significava mudar,transformar. E foi exatamente isso que aconteceu na vida de cada um daquela família.







Autora: Rafaela Garrido
Poema ''EKOABOKA''

       Ecoaboka é uma palavra diferente

       Com um significado que mexe com a gente
             
       Mudar,transformar,
       O que tudo vem a nos importar

       Os índios nos ensinaram

       Que sua cultura não é diferente,
       Somos nós que deixamos o preconceito tomar a frente.
             

       Os índios tem muito a nos ensinar,

       Pois sua cultura e seu respeito a natureza
       É de se invejar


Autora: Rafaela Garrido