terça-feira, 22 de outubro de 2013

Algumas crônicas e seus cronistas:


Fernando Sabino: '' O melhor amigo''

A crônica  O melhor Amigo , trata-se de um menino que chegou da rua carregando um filhote de cachorro. A mãe o perguntou , entretida na costura o que ele estava escondendo , ele tentou se safar , mas não conseguiu. No mesmo instante a mãe do garoto ordenou que ele botasse o cachorro na rua, Ele emburrado a obedeceu , mas quando voltou , mostrou para sua mãe que havia vendido o filhote por 30 reais.


Quem é Fernando Sabino? 

Nasceu em 12 de outubro de 1923, na capital mineira, Belo Horizonte. Aprendeu a ler em casa, na adolescência trabalhou como locutor de rádio e já escrevi para revistas da cidade.
Em 1940, Fernando Sabino  ingressou na Faculdade de Direito, mesma fase em que inicia no “Folha de Minas” como redator. Em 1941, publica no Rio de Janeiro, o livro de contos “Os Grilos não Cantam mais, seu primeiro lançamento literário.
Em 1942, trabalhou na Secretaria de Finanças de Minas Gerais, além de trabalhar como professor de português. Em 1943, é nomeado oficial de gabinete do secretário de Agricultura do Estado.
Em 1944, muda-se para o Rio de Janeiro para trabalhar como oficial de Registro de Interdições e tutelas da Justiça, forma-se em direito em 1946, e viaja para os EUA com Vinícius de Moraes, morou em Nova York por dois anos, trabalhando no Consulado Brasileiro.
Em 1956, lança o livro “Encontro Marcado”, obra editada até no exterior; em 1957, decide viver somente da escrita, lançando livros e escrevendo para os jornais. Em 1964, é contratado por João Goulart para trabalhar em Londres, a permanência na Inglaterra o fez correspondente da Copa de 66 para o Jornal do Brasil.


Carlos Drummond de Andrade:  ''Viagem a Paris''

A crônica que li conta a história de um entrevistador que faz diversas perguntas à um homem que vai iria viajar para Paris , França. Em todas as perguntas feitas , de diversos tipos , o homem respondeu negativamente a todas elas , excesso nas ultimas três , em que o entrevistador se referia a se o homem iria viajar , o que ele iria fazer e o porque dele não ter respondido as outras perguntas. Logo , o homem lhe respondeu que simplesmente era porque ele não lhe tinha feito as perguntas principais,como fez no final. 


Quem é Carlos Drummond de Andrade?

Carlos Drummond de Andrade  considerado um dos maiores representantes da literatura brasileira do século XX. Sua carreira poética pode ser dividida em 4 fases. Cada uma delas é composta por obras que nos permitem acompanhar a evolução de seus temas e sua visão de mundo.
A 1ª fase (a fase gauche) tem como características o pessimismo, o isolamento, o individualismo e a reflexão existencial. Nota-se nesta fase um desencanto em relação ao mundo.
Obras
“Alguma Poesia” (1930)
“Brejo das Almas” (1934)
Características dessas obras: ironia, o humor e a linguagem coloquial.
A 2ª fase, chamada fase social, é marcada pela vontade do poeta de participar e tentar transformar o mundo, o pessimismo e o isolamento da 1ª fase é posto de lado. O poeta se solidariza com os problemas do mundo.
A 3ª fase pode ser dividida em 2 momentos: poesia filosófica e poesia nominal.
Poesia Filosófica: textos que refletem sobre vários temas de preocupação universal como a vida e a morte.
A fase final (o tempo das memórias)
Como o próprio nome já diz, as obras desta fase (década de 70 e 80), são cheias de recordações do poeta. Os temas infância e família são retomados e aprofundados além dos temas universais já discutidos anteriormente.


Rachel de Queiroz:  "Não aconselho envelhecer''

Nesta crônica, Rachel de Queiroz traça nessa crônica uma perspectiva sobre a velhice bastante diferente da do senso comum. Primeiramente, ela discorda do termo "terceira idade", e elenca o que considera diversos prejuízos causados pelo envelhecimento, que para ela é como uma "espécie de HIV a longo prazo".



Quem é Rachel de Queiroz? 

  Rachel de Queiroz nasceu em Fortaleza, Ceará, em novembro de 1910. Viveu parte de sua infância na capital do estado e parte, no interior, na fazenda dos pais. Depois da seca de 1915, mudou-se para o Rio de janeiro, onde ficou por pouco tempo, transferindo-se para o Belém do Pará. Raquel de Queiroz vem a falecer no dia 4 de novembro de 2003 em sua casa no Rio de janeiro.
      Ingressou no jornalismo como cronista, em 1927. Em 1930, lançou seu primeiro romance “O Quinze” que recebeu o primeiro prêmio. Em 1977, foi à primeira escritora a ingressar na Acadêmia Brasileira de Letras, um grupo que, até então, tinha sido exclusivamente masculino.
      Suas principais obras são: “O Quinze” (1930), “As três Marias (1939), “100 Crônicas escolhidas” (1958), “Dora Doralina” (1975), “As menininhas e outras crônicas” (1976) e “Memorial de Maria Moura” (1992).
Cronistas Brasileiros

Bom, nesse post irei mostrar alguns de muitos cronistas brasileiros, já que minha professora tem trabalhado com esse tipo de gênero. Aí vai alguns:


- Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis é considerado um dos mais importantes escritores da literatura brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro em 21/6/1839, filho de uma família muito pobre. Mulato e vítima de preconceito, perdeu na infância sua mãe e foi criado pela madrasta. Superou todas as dificuldades da época e tornou-se um grande escritor.
Na infância, estudou numa escola pública durante o primário e aprendeu francês e latim. Trabalhou como aprendiz de tipógrafo, foi revisor e funcionário público.
Publicou seu primeiro poema intitulado Ela, na revista Marmota Fluminense. Trabalhou como colaborador de algumas revistas e jornais do Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de letras e seu primeiro presidente.
Podemos dividir as obras de Machado de Assis em duas fases: Na primeira fase (fase romântica) os personagens de suas obras possuem características românticas, sendo o amor e os relacionamentos amorosos os principais temas de seus livros. Desta fase podemos destacar as seguintes obras: Ressurreição (1872), seu primeiro livro, A Mão e a Luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878).
Na Segunda Fase ( fase realista ), Machado de Assis abre espaços para as questões psicológicas dos personagens. É a fase em que o autor retrata muito bem as características do realismo literário. Machado de Assis faz uma análise profunda e realista do ser humano, destacando suas vontades, necessidades, defeitos e qualidades. Nesta fase destaca-se as seguintes obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900) e Memorial de Aires (1908).
Machado de Assis também escreveu contos, tais como: Missa do Galo, O Espelho e O Alienista. Escreveu diversos poemas, crônicas sobre o cotidiano, peças de teatro, críticas literárias e teatrais.



Foto retirada do blog realismoeenaturalismo.blogspot.com.br





-  José de Alencar 


José de Alencar (1829-1877) foi romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro. Foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista. Destacou-se na carreira literária com a publicação do romance "O Guarani", em forma de folhetim, no Diário do Rio de Janeiro, onde alcançou enorme sucesso. Seu romance "O Guarani" serviu de inspiração ao músico Carlos Gomes, que compôs a ópera O Guarani. Foi escolhido por Machado de Assis, para patrono da Cadeira nº 23, da Academia Brasileira de Letras.
José de Alencar consolidou o romance brasileiro, ao escrever movido por sentimento de missão patriótica. O regionalismo presente em suas obras, abriu caminho para outros sertanistas, preocupados em mostrar o Brasil rural.
José de Alencar criou uma literatura nacionalista onde se evidencia uma maneira de sentir e pensar tipicamente brasileiras. Suas obras são especialmente bem sucedidas quando o autor transporta a tradição indígena para a ficção. Tão grande foi a preocupação de José de Alencar em retratar sua terra e seu povo que muitas das páginas de seus romances relatam mitos, lendas, tradições, festas religiosas, usos e costumes observados pessoalmente por ele, com o intuito de, cada vez mais, abrasileirar seus textos.

Foto retirada do blog literaturahelenakolody.blogspot.com.br



- Olavo Bilac 

Olavo Bilac (1865-1918) foi um poeta e jornalista brasileiro. Escreveu a letra do hino à Bandeira brasileira. É membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Foi um dos principais representantes do Movimento Parnasiano que valorizou o cuidado formal do poema, em busca de palavras raras, rimas ricas e rigidez das regras da composição poética.
Olavo Bilac (1865-1918) nasceu no Rio de janeiro, no dia 16 de dezembro. Era filho do cirurgião militar, Brás Martins dos Guimarães e de Delfina Belmira Gomes de Paula. Estudou Medicina e Direito, sem concluir nenhum dos cursos. Dedicou-se ao jornalismo e à poesia. Foi noivo de Amélia de Oliveira, irmã de seu amigo Alberto de Oliveira, que foi impedida de casar por outro irmão que não aceitava a vida de poeta boêmio que Bilac levava.
Colaborou em vários jornais e revistas como Gazeta de Notícias e Diário de Notícias. Exerceu o cargo de Secretário do Congresso Pan-Americano em Buenos Aires. Foi inspetor de instrução de escola pública e membro do Conselho Superior do Departamento Federal. Exerceu constante atividade nacionalista, realizando pregações cívicas em todo país sobre a obrigatoriedade do serviço militar.
Pertenceu à Escola Parnasiana Brasileira, sendo um dos seus principais poetas. Sua primeira obra foi "Poesias", publicada em 1888. Nela o poeta já estava identificado com as propostas do Parnasianismo. Sua poesia apresentava várias temáticas. Na linha tipicamente parnasiana, escreveu sobre temas greco-romanos. Fez várias descrições da natureza, indicando uma herança romântica.

Foto retirada do blog falaromao.blogspot.com.br



Literatura em vídeo: ''A fuga''

  Por orientações da professora de Língua Portuguesa, os alunos das 8ªs séries produziram o ''Literatura em Vídeo''. A proposta era que os alunos se juntassem em grupos, selecionassem um conto (visando que já trabalhamos com diversos autores e diversos contos) e gravassem um pequenino vídeo retratando o conto. 
Junto as minhas colegas , Nathalia Galhardo e Thaís Lira , escolhemos o conto '' A Fuga'' de Clarice Lispector para reproduzirmos. 




Biografia - Vinicius de Moraes 

O biógrafo de Vinicius, José Castello, autor do excelente livro "Vinicius de Moraes: o Poeta da Paixão - uma biografia" nos diz que o poeta foi um homem que viveu para se ultrapassar e para se desmentir. Para se entregar totalmente e fugir, depois, em definitivo. Para jogar, enfim, com as ilusões e com a credulidade, por saber que a vida nada mais é que uma forma encarnada de ficção. Foi, antes de tudo, um apaixonado — e a paixão, sabemos desde os gregos, é o terreno do indomável. Daí porque fazer sua biografia era obra ingrata.

Dele disse Carlos Drummond de Andrade: "Vinicius é o único poeta brasileiro que ousou viver sob o signo da paixão. Quer dizer, da poesia em estado natural".  "Eu queria ter sido Vinicius de Moraes". Otto Lara Resende assim o definiu: "Manuel Bandeira viveu e morreu com as raízes enterradas no Recife. João Cabral continua ligado à cana-de-açúcar. Drummond nunca deixou de ser mineiro. Vinicius é um poeta em paz com a sua cidade, o Rio. É o único poeta carioca". Mas ele dizia nada mais ser que "um labirinto em busca de uma saída". 

O que torna Vinicius um grande poeta é a percepção do lado obscuro do homem. E a coragem de enfrentá-lo. Parte, desde o princípio, dos temas fundamentais: o mistério, a paixão e a morte. Quando deixa a poesia em segundo plano para se tornar show-man da MPB, para viver nove casamentos, para atravessar a vida viajando, Vinicius está exercendo, mais que nunca, o poder que Drummond descreve, sem conseguir dissimular sua imensa inveja: "Foi o único de nós que teve a vida de poeta".

Marcus Vinicius da Cruz e Mello Moraes aos nove anos de idade parece que pressente o poeta: vai, com a irmã Lygia ao cartório na Rua São José, centro do Rio, e altera seu nome para Vinicius de Moraes. Nascido em 19-10-1913, na Rua Lopes Quintas, 114 — bairro da Gávea, na Cidade Maravilhosa, desde cedo demonstra seu pendor para a poesia. Criado por sua mãe, Lydia Cruz de Moraes, que, dentre outras qualidades, era exímia pianista, e ao lado do pai, Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta bissexto, Vinicius cresce morando em diversos bairros do Rio, infância e juventude depois contadas em seus versos, que refletiam o pensamento da geração de 1940 em diante.

Em 1916, a família muda-se para a rua Voluntários da Pátria, 129, no bairro de Botafogo, passando a residir com os avós paternos, Maria da Conceição de Mello Moraes e Anthero Pereira da Silva Moraes.

No ano seguinte mudam-se para a rua da Passagem, 100, no mesmo bairro. Nasce seu irmão Helius. Com a irmão Lydia, passa a frequentar a escola primária Afrânio Peixoto, à rua da Matriz.

Em 1920, por disposição de seu avô materno, é batizado na maçonaria, cerimônia que lhe causaria grande impressão.

Após três outras mudanças, em 1922 a família transfere-se para a Ilha do Governador, na praia de Cocotá, 109-A.


  
Vinicius de Moraes  (imagem retirada Wikipédia)



Para continuar lendo a biografia , clique aqui

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Biografia de Manuel Bandeira 


Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu no Recife no dia 19 de abril de 1886, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira. Em 1890 a família se transfere para o Rio de Janeiro e a seguir para Santos - SP e, novamente, para o Rio de Janeiro. Passa dois verões em Petrópolis.
Em 1892 a família volta para Pernambuco. Manuel Bandeira frequenta o colégio das irmãs Barros Barreto, na Rua da Soledade, e, como semi-interno, o de Virgínio Marques Carneiro Leão, na Rua da Matriz.
A família mais uma vez se muda do Recife para o Rio de Janeiro, em 1896, onde reside na Travessa Piauí, na Rua Senador Furtado e depois em Laranjeiras.Bandeira cursa o Externato do Ginásio Nacional (atual Colégio Pedro II). Tem como professores Silva Ramos, Carlos França, José Veríssimo e João Ribeiro. Entre seus colegas estão Sousa da Silveira e Antenor Nascentes.
Em 1903 a família se muda para São Paulo onde Bandeira se matricula na Escola Politécnica, pretendendo tornar-se arquiteto. Estuda também, à noite, desenho e pintura com o arquiteto Domenico Rossi no Liceu de Artes e Ofícios. Começa ainda a trabalhar nos escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana, da qual seu pai era funcionário.
No final do ano de 1904, o autor fica sabendo que está tuberculoso, abandona suas atividades e volta para o Rio de Janeiro. Em busca de melhores climas para sua saúde, passa temporadas em diversas cidades: Campanha, Teresópolis, Maranguape, Uruquê, Quixeramobim.
Manuel Bandeira




Poesias selecionados na biblioteca:




Poesia I - 

''A filha do Rei'' - Manuel Bandeira


Aquela cor de cabelos
Que eu vi na filha do rei
- Mas vi tão subitamente -
Será a mesma cor da axila,
Do maravilhoso pente?
Como agora o saberei?
Vi-a tão subitamente!
Ela passou como um raio:
Só vi a cor dos cabelos.
Mas o corpo, a luz do corpo?...
Como seria o seu corpo?...
Jamais o conhecerei!



Poesia II -

''A Estrela Polar'' - Vinicius de Moraes

Eu vi a estrela polar 
Chorando em cima do mar 
Eu vi a estrela polar 
Nas costas de Portugal! 
Desde então não seja Vênus 
A mais pura das estrelas 
A estrela polar não brilha 
Se humilha no firmamento 
Parece uma criancinha 
Enjeitada pelo frio 
Estrelinha franciscana 
Teresinha, mariana 
Perdida no Pólo Norte 
De toda a tristeza humana.



Poesia III -   

''Rosa de Hiroshima'' - Vinicius de Moraes

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada
 


(Essas poesias foram selecionadas na biblioteca escolar à pedido da professora de Língua Portuguesa , Ilvanita.)
'' O olhar de uma nova etapa'' 

Márcia apreciava a paisagem que vira de sua janela, com a cabeça nas nuvens , talvez refletindo sobre algo de sua vida. Desviou seu olhar assim que ouviu um ruído , mas logo que viu que não se tratava de nada importante,  voltou sua atenção ao lado de fora da janela , recolocando seus pensamentos em andamento.

Pensava em como sua vida era monótona , e pensava nas coisas em que lhe faziam mal. Pensava também , nas coisas em que tivera desistido sem antes nem ter tentado. Observara do alto de sua janela , as ondas do mar se quebrando , e o vento surgindo devagarinho.  A mulher avistou um peixe , e logo pensou: ''como será a vida de um ser livre de quaisquer preocupação e aborrecimento? Será que a vida desse jeito seria mais fácil , e relativamente melhor? Quem sabe..''

Mergulhou seus pensamentos em uma profunda reflexão , e assim percebeu  que estará se comparando a um peixe , um animal. Muitas pessoas achariam esse tipo de coisa uma loucura , mas Márcia queria achar uma metáfora em que se encaixasse com sua situação. Na verdade , ela se sentia muito presa a algumas coisas , como a incapacidade de não desistir ou de ter fracassado em algo. Tomaria a importante decisão de mudar suas atitudes , a fim de se sentir bem consigo mesma. 


Imagem retirada do blog ''O fantástico mundo dos livros!''




(Autora: Rafaela Garrido)



Crônica solicitada em sala de aula pela professora de Língua Portuguesa , Ilvanita.